tu, cujo desígnios ninguém pode compreender,
Onde olhas com compaixão o morto vive outra
vez, o doente é curado, o aflito é salvo de sua aflição.
Eu, teu servo, pesaroso, em suspiros e emangústia, te imploro...

Esse tem cara de monstro! os detalhes em relevo foram confeccionados com massa de modelar (durepox) e o fecho é em metal mesmo, adaptado para capas em madeira
...4ª Lição - Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena
...9ª Lição - O Mago vive num estado de conhecimento. Esse conhecimento é sua própria realização.
...15ª Lição - O amor é mais que uma emoção, é uma força da natureza e, portanto tem que conter a verdade. O amor mais puro está onde é menos esperado, no desapego.

...Deves seguir o objetivo de teu coração. 
Finalizando a decoração de capa em livro de 900 páginas com capa em tecido encerado e detalhes em baixo relevo

...Rainha dos Céus, Rainha das Trevas, Envie seu auxílio ao encantamento. Caçador galhado da Noite, realize meu pedido por força de rito mágico. Pelas forças de terra e mar, Enquanto digo "assim seja". Por todo o poder da lua e sol, Realize-se o meu desejo.!







Livro de 400 páginas em formato horizontal para um grupo de formação em RPG...
Esta é uma cópia editada e impressa do lendário Necronomicon, na integra. Com imagens do original e texto em latim
Nova opção de fecho, que vem substituir os metálicos, pois já não os tenho mais. Capa em couro sintético e costura em estilo Grego, 17x25cm com 400 páginas. email – cegoerrante@gmail.com
scriptorium_libres@yahoo.com.br
orkut - http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3073317180648283403
Julio Cesar
...E quanto mais aprendia sobre a cultura pan-Celta e suas inesperadas voltas e reviravoltas mais eu era compelido a aprender sobre os contemporâneos dos Celtas, o que por sua vez me conduziu por linhas de investigação que pouco ou nada tinha a ver com os próprios Celtas...
Alguns trabalhos em miniatura, com temas variados. Classicos infantis, literatura, romance, poesias, culinaria e vários titulos de filosofia e esoterismo. Os livros (editados) tem medidas de 
...A verdade é que a magia sempre existiu. Não há dúvidas de que no passado longínquo, o pensamento mágico era o único elo capaz de explicar o mundo e seus fenômenos aos antepassados pré-históricos. Primeira operação da mente humana, o pensamento mágico é o alicerce de todas as religiões e civilizações emergentes que, por sua vez, desenvolveram suas artes e ciências, estas últimas hoje capazes de proceder maravilhas cada vez mais próximas do ato mágico da Criação...
...Afinal, estamos à porta de decifrar o mistério do código genético, de descerrar o véu sagrado do proteoma. A cobra está prestes a morder o próprio rabo, sinal de eminente sincronicidade. Que fenômenos sincronísticos serão desencadeados quando a volta do primeiro ciclo estiver completa? Estaríamos próximos de um novo salto evolutivo a ampliar o psiquismo do Planeta?...
...O primeiro livro de magia conhecido é a epopéia mítica de Gilgamesh, que remonta à época dos sumérios, há mais de 5.000 anos, conforme nos atestam as doze tabuinhas de barro gravadas por escrita cuneiforme, pertencentes à fabulosa biblioteca do rei assírio Assurbanípal, que viveu no séc. 7a.C., encontradas em escavações arqueológicas em meados do séc.19.Gilgamesh, rei de Ur, é o mais antigo herói humano. Ele encarna em sua sina as principais questões da existência; detém-se perplexo diante da brevidade da vida e parte em busca da imortalidade. Bravo guerreiro, vence provas e assimila poderes mágicos do deus dos sonhos, com os quais se prepara para roubar a erva da imortalidade nas profundezas do reino das Águas Mortas...
...A magia rompeu aurora muito antes da escrita. Pensamento e linguagem são totalmente permeados por magia; até mesmo o psicanalista Jacques Lacan (1901-1980) admitiu isso. O homem pré-histórico percebia em seu mundo uma fusão incompreensível de fenômenos sonoros atrelados às suas imagens; ele "via" sons no correr do regato, no balançar das árvores, no andar dos bichos, no ribombar das tempestades, nos golpes de luta, no rolar das pedras, entidades essas que estavam tão vivas quanto ele próprio.
... A linguagem, paradoxalmente, tanto expressa a consciência humana como dá conta de seus limites, já que sabemos existir experiências transcendentais que, a despeito do avanço das ciências, permanecem inatingíveis pela simples razão. Para o homem pré-histórico, dado seu estado natural de ignorância lógica, tudo na verdade tinha esse caráter mágico inefável. Conforme aprendia a criar símbolos, melhor dava conta de suas necessidades. E deflagrou-se aí o estopim revolucionário do pensamento humano, a conferir a toda humanidade uma identidade comum, lançando as bases das civilizações...
...O que salta à vista é que desde que o primeiro rasgo de pensamento se desprendeu da fonte de inconsciência de si mesmo em que estava imerso, o que em termos bíblicos corresponde à expulsão de Adão e Eva do Paraíso, uma fenda atemporal foi aberta pela espada flamejante do arcanjo Miguel, que escoltou o casal até a saída, e nela se prendeu o elo primordial da magia. "Onde mesmo se prendeu a magia?", pergunta-se o leitor reflexivo, "na fenda do tempo, na espada do Arcanjo ou na saída do Éden?...
...E como não o sabemos precisar, apenas brincamos com as palavras, vemos que o elo original está preso à nossa própria capacidade de reflexão, ampliada pelo universo lúdico e criador da linguagem. Quero dizer com isso que o Verbo da Criação é mágico em sua natureza; mais que isso, Ele é divino.A mente mágica que trazemos, herdeira legítima do estado de pureza original, é algo notável; essencialmente feita à semelhança do Criador, reproduz o ato criativo pela magia da palavra...Dentre os símbolos primordiais, a serpente é aquele que mais fortemente encerra toda uma complexidade de arquétipos. Presente em todas as culturas de qualquer época espalhadas pelos cinco continentes, sua imagem mitológica assume sempre um papel fundamental, associada que está, antes de tudo, à essência primordial da natureza, à fonte original de vida, ao princípio organizador do Caos, anterior à própria Criação. A serpente guarda em si intrigantes paradoxos; se por um lado exprime uma ameaça, já que de seu veneno pode sobrevir a morte, por outro, resume no processo de renovação de sua pele escamosa todo o intrincado mistério da vida, que se atualiza em movimento rejuvenescente. Tudo na natureza se transforma, prova-o a troca de pele das víboras, símbolo também da ressurreição...
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... Diferentes cultos e cerimônias ritualísticas reverenciam este réptil sorrateiro, atribuindo-lhe as mais díspares qualidades. As serpentes podem estar associadas a cultos solares ou lunares, a sociedades matriarcais ou patriarcais, (quando assumem valores masculinos ou femininos); podem significar a luz ou as trevas; a vida ou a morte; o bem e o mal; a sabedoria ou seu oposto, a paixão cega; representar ora o falo, por seu corpo assemelhar-se ao bastão, ou mesmo simbolizar a vulva, conforme se lhe parecem as escamas que a recobrem bem como o formato de sua goela quando esta se abre para devorar sua presa. Tanto quanto as energias Yin e Yang expressam no taoísmo as polaridades negativa e positiva que estão por detrás de toda manifestação da natureza, os ofídios, miticamente, ocultam em si a síntese desta dicotomia universal. Uma das figuras mais intrigantes do simbolismo alquímico, presente milenarmente em diversas culturas, é a da cobra (ou dragão) que morde o próprio rabo e opera, num movimento circular e contínuo, todo o processo dinâmico e transformador da vida. "Meu fim é meu começo", diz a cobra nesse ato mágico de devorar-se e cuspir-se, a representar a unidade indiferenciada da vida, e seu caráter divino implícito na perfeição do círculo. À serpente devorando a própria cauda, os alquimistas chamaram Oroboro. Tal palavra não consta da maioria dos dicionários, e em alguns livros da Grande Obra aparece grafada como "ouroboros", principalmente na língua inglesa; outras fontes, menos comumente, escrevem-na "uróboro". Prefiro, particularmente, o termo oroboro, visto não ter sido nunca tão oportuno em nossa língua nomearmos um símbolo cuja singularidade é a de não ter começo nem fim, por meio de palavra tão especial, que permite ser lida de trás para a frente sem prejuízo sequer de sua pronúncia, transmitindo ela própria a idéia de algo que se expressa ciclicamente...
... Etimologicamente, o termo tem curiosa explicação: óros, em grego, significa "termo, limite", podendo ser também "meta, regra ou definição"; borós se traduz por boca, ou por voracidade. Daí que oroboro representa aquilo que se delimita ou se atinge pela boca, também aquilo que se define por sua própria função. Órobos, em grego, ainda significa "planta", mais especificamente a alfarroba (fruto da alfarrobeira), uma vagem de polpa doce e nutritiva indicada no tratamento das doenças inflamatórias digestivas. O dicionário Aurélio traz para órobo o significado de "cola", palavra esta que além de se referir a outro tipo de árvore, a Cola acuminata, cuja semente produz alcalóides tônicos, também pode significar "cauda", conforme certos regionalismos do Brasil, sendo igualmente encontrada na língua espanhola a designar o rabo dos animais. Para orobó (só muda o acento), o Aurélio reserva o sinônimo "coleira", em nova referência à aromática árvore acima citada, cujas sementes guardam extrato lenhoso de propriedades estimulantes, semelhantes à cafeína. Coincidentemente, coleira é o nome dado ao colar que cinge o pescoço dos animais, e o oroboro lembra sua forma; além disso, nossas vísceras intestinais assemelham-se à serpente enrolada, e o aparelho digestivo como um todo, se tomado da boca ao ânus, bem desenha a serpente aprumada, prestes a dar seu bote, a devorar sua presa...
... Outra aproximação do significado implícito no oroboro encontramos entre os caldeus, que com uma mesma palavra designavam vida ou serpente. Por influência destes, os árabes também denominam de el-hayyah a cobra, e por el-hayat, a vida. El-Hay, por sua vez, um dos principais nomes divinos do islamismo, não deve ser traduzido por "o que está vivo", mas sim por "aquele que vivifica", sendo El-Hay o princípio primário da vida. Dialeticamente, a cobra que morde sua cauda e não pára de girar sobre si mesma, evoca a roda da vida à qual estamos presos, bem representada pelo décimo arcano do Tarô, denominada em sânscrito roda de Samsara, que se traduz por "fluir junto". Samsara nos condena a experimentar as ilusões do mundo sem que jamais escapemos de seu giro, salvo quando rompemos o ciclo vicioso pelo despertar da serpente Kundalini, como veremos logo adiante. Numa tentativa de resgate arcaico, cumpre lembrar que desde o paleolítico este réptil era representado por inscrições rupestres em forma de linha, assim como até hoje o fazem os pigmeus caçadores do sul da República dos Camarões. Mas como da linha só enxergamos a parte desenhada, e intuímos que ela se prolongue por suas duas extremidades ao infinito, talvez provenha daí o conceito de que a cobra que vemos (que pode nos envenenar, ser caçada, sacrificada em rituais etc) nada mais seja do que encarnação da verdadeira serpente universal, invisível, fundamento da vida e também o eixo e a base sobre os quais se escora o mundo conhecido.
...A "Grande Serpente Invisível" acha-se representada em diversas culturas. Entre os egípcios ela é Ra-Atum, divindade que ao emergir das águas primordiais cuspiu, ou expeliu pela masturbação conforme outras versões, Shu (o ar) e Tefnut (a umidade), que por sua vez engendraram Geb (a Terra) e Nut (a noite). Várias são as passagens do Livro dos Mortos em que Rá-Atum se pronuncia. No capítulo VII diz estar situada no centro do oceano celeste, frisa ser seu nome um mistério e seu poder, absoluto. No capítulo XVII diz ser o deus solitário dos vastos espaços do Céu, ser deus Rá levantando-se na aurora dos Tempos, também a suprema divindade que nasce de si mesma, e que seus misteriosos nomes criam as hierarquias celestes; Ra-Atum, maravilhado pela própria criação, noutra passagem adverte: "Sou aquele que não passa;... quando tudo retornar ao indiferenciado, então me transformarei de novo na serpente que nenhum homem conhece nem os deuses podem ver"...
...Na mitologia hindu encontramos concepção cosmogônica semelhante. O tantrismo roga que entre cada um dos ciclos de vida e morte do universo há um período de repouso durante o qual Vishnu, o princípio conservador de Brahma, repousa sobre Ananta, a serpente da eternidade. Nesta condição atemporal, Shiva, o princípio desorganizador de Brahma, está imiscuído de modo indiferenciado em seu próprio poder, Shakti. Quando Shiva inicia sua dança, o universo é então criado, e Shakti, operando agora como Prakriti (energia primordial incapturável e imperceptível da qual todas as formas de vida evoluem) desenvolve todo o universo desde os tattva (mundos) mais sutis até os mais densos, até criar a mente, os sentidos e a matéria sensível sob suas cinco formas, éter, água, fogo, terra e ar. Quando Shakti penetra no último e mais grosseiro dos tattva, a "terra", ou seja, a matéria sólida, sua missão está acabada. Shakti aí adormece sob a forma de Shesha, a serpente que sustenta o mundo, até a próxima era da nova Criação. Shesha nada mais é que um correlato da serpente cósmica Ananta, o infinito, e sua função é a de suportar o orbe e tudo o que nele se manifeste. Shesha e Ananta compõem, respectivamente, o sono divino e o divino despertar de Brahma.Além da serpente, outros animais podem ser carregadores do mundo; há versões mitológicas em que o touro, o crocodilo, a tartaruga e o elefante exercem tal papel; mas estes são meros substitutos da serpente em sua função cósmica, haja vista que em sânscrito o termo naga designa ao mesmo tempo cobra e elefante, e nenhum indiano sensato constrói sua casa sem antes descobrir geomanticamente (pela radiestesia) em seu terreno qual o ponto relacionado ao "centro do mundo", quando então enterra uma estaca na cabeça do naga subterrâneo, em torno do qual erigirá sua morada...
De tant i out mespris nature Kë unc de nul’amur n’out cure. (...) Pur ceo le tienent a periE li estrange e si ami
Esta peça, composta para uma Encantada Senhora, portadora de sabedoria ancestral e Guardiã de toda a simpatia, doçura e Luz que um Ser possa reunir em uma existência, uma vitoriosa Peregrina, Luciana Jacob...

...Cada jornada traz consigo suas próprias surpresas, um trajeto diferente do que havíamos planejado, novos amigos, um desafio, novos ensinamentos... mas há também os Mestres do Caminho que fazem toda a diferença nesta jornada individual de cada um de nós. Este foi um livro feito para um destes Mestres.
Detalhe de abertura com ornamentação gótica florida
Livro de 900 páginas no tamanho 24x34cm. com 2 fechos em bronze e ornamentação no estilo Wiccan...
Capa na cor marron com pentagrama em baixo relevo e fecho com fivelas, 900 páginas e ornamentado no estilo medieval.


Livro no estilo místico medieval com personalização e 600 páginas, capa na cor vermelha com uma triskle vede e dourada e fecho afivelado com tiras de couro.

contato: scriptorium_libres@yahoo.com.br - ou -cegoerrante@gmail.com